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A Bioeletrônica e Neurônios Artificiais

O campo da Bioeletrônica conta com mais um desinvolvimento fundamental: o neurônio artificial. Este por sua vez não possui nenhuma parte “viva” mas porém é bem capaz de comunicar-se através de sinapses, e desta forma imitar o funcionamento das células nervosas humanas. Mais precisamente, neurônios artificias vinham a ser criados por memristores, cuja a função é a de registrar uma memória das correntes elétricas que o atravessam.

Porém o trabalho da professora Agneta Richter-Dahlfors, do Instituto Karolinksa, na Suécia, bem como a sua equipe técnica levou au desinvolvimento e ao uso de transistores iônicos para controlar neurônios artificiais. Este tipo de descoberta científica abre caminho para a criação de interfaces entre o eletrônico e o biológico.

Em termos de sua aplicação, a professora Agneta Richter-Dahlfors e sua equipa de pesquisadores sugere que o neurônio bioeletrônico pode ser utilizado em terapias neurológicas
que possam resultar em estimulação elétrica.

 

Mauro Ramos Pereira

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